O HIV é um vírus inofensivo? A AIDS é não contagiosa?Os testes HIV/AIDS são inúteis?As medicações para AIDS estão matando os pacientes?
"Até hoje não há nenhuma evidência científica realmente convincente para a existência do HIV. Nunca tal retrovírus foi isolado e purificado pelos métodos da virologia clássica"Dr. Heinz Ludwig Sänger, Emérito Professor de Biologia Molecular e Virologia, Max-Planck-Institutes for Biochemy, München, Alemanha. "Dominado pela mídia, por grupos de pressão especiais e por interesses de várias companhias farmacêuticas, os esforços institucionais da AIDS para controlar a doença perderam contato com o espírito aberto, com a ciência médica de exame e reexame, desde que a não provada hipótese HIV/AIDS recebeu 100% de todos os fundos de pesquisa enquanto todas as outras hipóteses foram ignoradas."
Dr. Ettiene de Harven, Emérito Professor de Patologia, Universidade de Toronto, Canadá."A sentença de morte que acompanha o diagnóstico de AIDS deve ser abolida."Dr. Alfred Hässig, (1921-1999), antigo Professor de Imunologia na Universidade de Bern, Suíça, e antigo diretor do Banco de Sangue Suíço da Cruz Vermelha.RECOMPENSA DE £ 1000; PARA QUEM CONSEGUIR; PROVAR QUE O HIV EXISTEOs dados que você vai ler a seguir representam uma pequena introdução ao tema, e foram extraídos e traduzidos de http://www.virusmyth.net, sítio da internet que reúne, por um grande esforço pessoal de seus criadores, mais de 1.200 páginas e acima de 850 artigos com informações sobre a controvérsia científica existente a respeito do HIV ser ou não o agente causador da AIDS.Em 1984, nos Estados Unidos, Robert Gallo do America's National Institutes of Health e, na França, Luc Montagnier do Instituto Pasteur, declararam, independentemente, que haviam descoberto o agente causador da AIDS, o retrovírus HIV (Human Immunodeficiency Virus).Não obstante, o bioquímico norte-americano Kary Mullis, ganhador do Prêmio Nobel de Química em 1993 pela invenção do teste PCR (Polymerase Chain Reaction), técnica usada em testes de AIDS, afirma, desde 1994, em diversos artigos, que não há provas de que o HIV seja o causador da AIDS.Kary Mullis, Bioquímico (Estados Unidos), ganhador do Prêmio Nobel de Química em 1993. Ele afirma: “Se há evidência que HIV causa AIDS, devia haver documentos científicos que, ou sozinhos ou coletivamente, demonstrassem aquele fato, ao menos com uma alta probabilidade. Não existe tal documento.” (Sunday Times, London, 28/11/1993)As declarações de Kary Mullis são muitas vezes embasadas em trabalhos publicados de outros pesquisadores, e muitas de suas afirmações são feitas em conjunto com outros cientistas. Mullis declara, entre outras afirmações, que não existe nenhum relato científico que prove que o HIV é a causa da AIDS.Afirma também que, mesmo em pacientes em estágio avançado de AIDS, com baixa contagem de células de defesa T4, apenas uma em cada 40 células T4 é morta pelo HIV, o que não seria suficiente para causar a AIDS, visto o "exército" de defesa do organismo, neste caso, possuir 40 "soldados" vivos para cada 1 morto diretamente pelo HIV!Kary Mullis declara que, quando perguntado sobre o que, na opinião dele, causa então a AIDS, responde que acredita que o sistema imunológico é como um camelo: se você carregá-lo demais, ele não suporta o peso. Ou seja, Mullis afirma que a AIDS poderia ser simplesmente o resultado de infecções subseqüentes e múltiplas por várias doenças (nós poderíamos citar como exemplos gonorréia, sífilis, hepatites, etc.), contraídas por relações sexuais com múltiplos parceiros: se um indivíduo com hábitos promíscuos tem relações sexuais com 300 parceiros diferentes durante 1 ano, e cada um destes parceiros, também em promiscuidade, teve relações com outros 300, fazendo a conta veremos que o primeiro indivíduo teve, na verdade, indiretamente, relação sexual com 90.000 parceiros diferentes em 1 ano! Assim, Mullis declara que este indivíduo acaba tendo 90.000 vezes mais chance de entrar em contato com incontáveis tipos de diferentes agentes infecciosos do que o indivíduo que tem apenas um parceiro sexual. Podemos inferir, destes fatos, que o indivíduo promíscuo passa o tempo todo, durante o ano, se tratando das doenças sexualmente transmissíveis que contrai continuamente, como gonorréia, sífilis, e outras e, por isto, é obrigado a tomar, também de forma contínua, antibióticos e outros medicamentos, que certamente causam grande mal ao organismo como um todo. Kary Mullis declara que, como um camelo carregado com peso demais, o sistema imunológico não tem capacidade de responder a tantas doenças, e chega um determinado momento que este camelo literalmente "arreia". Paralelamente a estas contínuas infecções, o indivíduo promíscuo, muitas vezes, é ativo consumidor de drogas e possui péssimos hábitos alimentares, o que deprime ainda mais o sistema imune de seu organismo."Eu penso que zidovudine [AZT] nunca foi realmente avaliado de maneira correta e que sua eficácia nunca esteve provada, mas sua toxicidade certamente é importante. E eu penso que ele está matando muitas pessoas. Especialmente em doses elevadas. Eu pessoalmente penso que não tem valor usá-lo sozinho ou em combinação de qualquer modo." (Continuum, Outubro de 2000)Dr. Andrew Herxheimer, Emérito Professor de Farmacologia, U K Cochrane Centre, Oxford, InglaterraKary Mullis também declara que o AZT (Azidothymidine), estaria levando à morte, desnecessariamente, qualquer soro-positivo de HIV, uma vez que, segundo ele, não há provas de que o HIV cause a AIDS, sendo este medicamento, segundo Mullis, de toxicidade mortal. De fato, o AZT (Azidothymidine), foi criado na década de 60 para tratamento quimioterápico de câncer, e é reconhecidamente depressor do sistema imunológico. Mullis afirma que o AZT tem capacidade de matar o HIV, e, ao mesmo tempo, impedir a multiplicação de todas as células do seu corpo, inclusive das células do sistema imunológico T4, ou seja, as próprias células que se declara serem o alvo de ataque do vírus HIV: Mullis afirma que o AZT fará você adoecer. Kary Mullis declara ainda que, na quimioterapia para o tratamento de câncer, a administração de determinadas drogas é limitada racionalmente apenas a um número determinado de sessões, e o paciente pára de sofrer a administração daqueles medicamentos específicos; já no caso da AIDS, ao contrário, é prescrito para o portador do HIV tomar o AZT de forma contínua: segundo Mullis, que considera o AZT um veneno mortal, não há sentido em prescrever a um paciente a ingestão de um veneno, de forma contínua, até que o paciente morra pela própria ingestão deste veneno.Poderíamos dizer que realmente é brutal e intrigante o fato de ser prescrito, como único tratamento, drogas tão tóxicas, e que terminam por causar a depressão do próprio sistema imunológico, tão necessário para combater um suposto vírus que ataca justamente o sistema imune: parece um contra-senso que estes sejam os únicos anti-virais prescritos, uma vez que, por lógica simples, precisaríamos de medicamentos ou ações capazes de fazer exatamente o oposto, ou seja, recompor o sistema imunológico e, ao mesmo tempo, preservar a integridade da saúde do paciente, sem molestá-la diretamente, para que o seu corpo pudesse combater quaisquer doenças! Pior do que isto tudo: se uma pessoa soro-positiva por HIV nunca viesse a desenvolver a AIDS, seja porque o HIV não fosse a causa da AIDS, seja porque o seu corpo tem resistência suficiente ao HIV (mesmo que este fosse a causa da AIDS), caso prescrevêssemos AZT ou seus semelhantes a esta pessoa, não estaríamos então condenando-a à morte, não pelo HIV ou AIDS, mas sim pela ingestão contínua da droga tóxica mortal?Visite a página de Kary Mullis em: http://www.karymullis.comOutros importantes cientistas renomados fazem afirmações semelhantes: Peter H. Duesberg, proeminente virologista, Ph.D e professor de Biologia Celular e Molecular da Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos E.U.A., pioneiro na pesquisa em retrovírus, o primeiro cientista a isolar um gene do câncer, membro da U.S. National Academy of Sciences, levanta a hipótese de que o HIV não é capaz de causar AIDS, e que esta doença seria sim causada pelo consumo de drogas, outros fatores de risco não infecciosos e, ainda, que o próprio AZT (Azidothymidine), usado no tratamento da AIDS, seria, segundo Duesberg, um péssimo medicamento, capaz de causar a morte do paciente, e ao mesmo tempo, ser mais um agente causador de AIDS!Dr. Peter H. Duesberg, Professor de Biologia Celular e Molecular da Universidade de Berkeley, Califórnia, Estados Unidos. Nascido na Alemanha em 2/12/1936. Isolou o primeiro gene do câncer através de seu trabalho sobre retrovírus em 1970, e mapeou a estrutura genética destes vírus. Isto, e seu subseqüente trabalho no mesmo campo, resultou em sua eleição para a National Academy of Sciences (Estados Unidos) em 1986. Ele propõe a hipótese de que o vírus HIV não é capaz de causar a AIDS e que esta doença é resultado do consumo, por longo tempo, de drogas alucinógenas e do próprio AZT (remédio que é usado para prevenir ou tratar a AIDS).
domingo, 8 de fevereiro de 2009
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