domingo, 8 de fevereiro de 2009

CONTINUAÇÃO:O vírus HIV pode não ser a causa da AIDS

As declarações de Peter H. Duesberg são muitas vezes embasadas em trabalhos publicados de outros cientistas. Um dos inumeráveis argumentos apresentados por Duesberg é o de que o retrovírus HIV demora 2 dias para se multiplicar (para sua multiplicação, o HIV se hospeda numa célula de defesa e, ao final de dois dias, esta célula está morta) e, neste período, o corpo humano regenera cerca de 5% de todas as suas células T de defesa, o que, segundo ele, é mais do que suficiente para compensar as perdas causadas pelo HIV: assim, acredita Duesberg que o HIV não é capaz de causar sozinho a AIDS!Peter H. Duesberg também declara que, num esforço para racionalizar os longos intervalos entre a infecção pelo retrovírus e a manifestação da AIDS, o HIV tem sido classificado como um vírus "lento", ou seja, um tipo de retrovírus imaginado que causa a doença somente após longos períodos de incubação. Entretanto, não existe nenhum vírus lento neste sentido. Uma vez que os ácidos nucléicos e proteínas virais são sintetizados pela célula hospedeira, os vírus devem se replicar mais rapidamente do que as células invadidas (isto é, dentro de horas ou dias) para conseguir sobreviver. Podemos concluir que, de fato, pensando racionalmente, é mesmo inconcebível que um vírus possa demorar 5 ou 10 anos para começar a se multiplicar, dentro de um chamado "estado de latência", pois, pelas leis naturais de sobrevivência, nenhum ser vivo pode se dar ao luxo de não se multiplicar assim que tem a pronta oportunidade, e, se não o fizer, será eliminado pelo seu hospedeiro!Uma vez que a AIDS é definida por novas combinações de doenças convencionais, Peter H. Duesberg levanta também a hipótese de que a AIDS possa ser causada pela nova combinação de fatores patogênicos convencionais. A habitual administração de fator VIII em transfusões sanguíneas, uso de drogas, atividade homossexual de homens promíscuos crônicos, numerosas infecções parasitárias agudas, e mal nutrição crônicas — cada um destes fatores por um período de 8 anos — são, segundo Duesberg, fatores que parecem fornecer bases bioquimicamente mais tangíveis e plausíveis para a causa da AIDS do que um retrovírus inativo. Ainda, Duesberg afirma que estudos comprovam que a correlação entre estes fatores e a AIDS é de 95%! Entre este fatores, o vírus de Epistein-Barr (EBV) (infecções agudas por EBV causam, ocasionalmente, mononucleose), citomegalovírus, vírus da herpes simples, e administração de componentes sanguíneos e fator VIII tem, todos eles, sido identificados como causas de imunodeficiênicas não somente em hemofílicos HIV-positivos, mas também em HIV-negativos. Inclusive, Duesberg declara que, de fato, em hemofílicos, foi demonstrado que a dose de fator VIII recebido é diretamente proporcional às imunodeficiências subseqüentes (no passado, antes da hipótese HIV—AIDS, numerosos hematologistas tinham noticiado imunodeficiência e correspondentes infecções em hemofílicos que se submetiam a tratamento profilático de hemofilia de longa duração recebendo fatores de coagulação de derivados sanguíneos: muitos destes hematologistas tinham avançado para a hipótese proteínas-externas — hemofilia — AIDS, afirmando que tranfusões, em tratamentos de longa duração em hemofílicos, contendo proteínas externas contaminando o fator VIII comercial, e possivelmente o próprio fator VIII, poderiam ser a causa de imunossupressão em hemofílicos). Duesberg afirma também que tem sido documentado que a má nutrição crônica em proteínas, em conjunto com infecções parasitárias, são causas de imunodeficiência de células T, especialmente nos países em desenvolvimento. Duesberg também questiona se o HIV é capaz de causar Sarcoma de Kaposi, uma vez que a diminuição do uso de drogas inalantes de nitrito, por homossexuais masculinos, nos Estados Unidos, causou decréscimo da incidência do Sarcoma de Kaposi em homossexuais. (Fonte: Proc. Natl. Acad. Sci. USA, vol. 86, páginas 755-764 de fevereiro de 1989).Peter H. Duesberg publicou inúmeros relatos científicos e livros sobre o tema, desde 1987, como por exemplo: "HIV Is Not the Cause of AIDS" (tradução: HIV não é a Causa de AIDS), artigo científico publicado em Science nº 241, páginas 514 a 517, de 29 de julho de 1988; "Can Epidemiology Determine Whether Drugs or HIV Cause AIDS?" (tradução: Pode a Epidemiologia Determinar se Drogas ou HIV causa AIDS?), artigo científico publicado em AIDS — Forschung (AIFO) n° 12, páginas 627 a 635, de dezembro de 1993, sendo seu último livro, de 2003, denominado "The Chemical Bases of the Various AIDS Epidemics" (tradução: As Bases Químicas das Várias Epidemias de AIDS).Peter H. Duesberg afirma, no artigo científico citado acima (Science nº 241), entre outras coisas, que o HIV não pode ser a causa da AIDS porque ele falha em sua inserção nos postulados clássicos para determinação do agente infeccioso causal de uma doença, estabelecidos por Robert Koch e Jacob Henle. Os postulados originais foram primeiramente criados por Henle cerca de 50 anos antes das bactérias e vírus terem sido descobertos como patógenos. Contudo, seu texto foi definitamente formulado por Koch para a distinção causativa a partir de outras bactérias, à época, quando bacteriologistas aplicavam novas ferramentas desenvolvidas na pesquisa por micróbios patogênicos encontrados em toda sorte de bactérias em humanos. Esta situação é completamente similar ao nosso corrente aumento de capacidade em demonstrar vírus. Duesberg afirma que o HIV não poder ser considerado causa da AIDS porque este retrovírus não fecha com os postulados de Koch, a saber:1. HIV está em violação ao primeiro postulado de Koch porque não é possível detectar vírus livre, pró-virus ou RNA viral em todos os casos de AIDS. Ainda, nos Estados Unidos, o Centers for Disease Control (CDC) tem estabelecido diretrizes para diagnose da AIDS quando toda evidência laboratorial para HIV é negativa;
2. Em violação ao segundo postulado de Koch, o HIV não pode ser isolado de 20 a 50% dos casos de AIDS. Além disto, a "isolação" é muito indireta. Ela depende de ativar o pró-virus dormente em milhões de células suscetíveis multiplicadas in vitro a partir do sistema imune supressivo do hospedeiro (ser humano).
3. Em violação ao terceiro postulado de Koch, HIV puro não reproduz AIDS quando inoculado em chimpanzés ou acidentalmente em humanos saudáveis (notas: 1ª) estudos epidemiológicos mostram que a soro-conversão por acidentes entre os profissionais da saúde com material contaminado de aidéticos é realmente desprezível numericamente, embora existam relatos de contaminação; aqui, talvez Duesberg faça comparação com outras doenças infecciosas, que muitas vezes causam a contaminação acidental de médicos e enfermeiros na lida com seus pacientes, normalmente por instrumentos, como acidentes com agulhas e seringas, das quais contaminações poderíamos citar como exemplo as hepatites e outras inúmeras doenças infecto-contagiosas: no caso da AIDS, realmente a infecção hospitalar de profissionais da saúde por acidentes praticamente inexiste, em contraposição ao grande número de contaminações acidentais que se verifica em outras doenças; 2ª) realmente é extremamente estranho que se considere que o vírus HIV cause a imunodeficiência generalizada a que chamamos de AIDS, definida muitas vezes pela manifestação clínica de cerca de 30 doenças diferentes em humanos, cause simplesmente NADA em chimpanzés: não é racional nos perguntarmos se a AIDS não seria causada por outro microrganismo, ainda não descoberto, ou possa mesmo ter outras causas não infecciosas, como drogas, conforme afirma Peter Duesberg?).
O Sarcoma de Kaposi (vamos chamar de SK), um tipo de câncer, tem sido considerado como a melhor doença definidora para o diagnóstico de AIDS. Entretanto, Peter H. Duesberg declara que diversos pesquisadores tem encontrado SK em dezenas de pacientes que não são portadores de HIV e AIDS nos Estados Unidos, e ainda que o SK está se tornando muito menos freqüente em pacientes homossexuais masculinos com AIDS do que há tempos atrás. Duesberg afirma que estes pesquisadores estão agora admitindo francamente que o SK deva ter como causa "um desconhecido agente infeccioso" mais do que o HIV, embora o SK seja ainda chamado de AIDS quando ele ocorre em combinação com HIV. Peter H. Duesberg atribui o SK em homossexuais masculinos pelo uso que estes fazem de um tipo determinado de estimulante sexual, de nitratos de amido (amyl nitrates) (poppers), droga esta carcinogênica.Em 1997, Peter H. Duesberg e David Rasnick, levantam a hipótese de que a causa da AIDS seja o consumo de drogas ou AZT (artigo publicado por Continuum, Fevereiro/Março 1997 — The Drug-AIDS Hypothesis — tradução: A Hipótese Drogas-AIDS). Segundo eles, o consumo de drogas como cocaína, anfetaminas, inalantes de nitrito, heroína, passou de números insignificantes no anos 70 para atuais cerca de 8% da população dos Estados Unidos, ou seja, cerca de 20 milhões de pessoas (em 1997). Em adição, cerca de 200.000 HIV-positivos tomaram, desde 1987 (até 1997), prescrições diárias de AZT ou drogas da mesma classe e, simultaneamente, consumiram muitos outros medicamentos ortodoxos e não-ortodoxos contra HIV/AIDS. Segundo Duesberg e Rasnick, estes fatos confirmam sua hipótese de que a AIDS seja causada por drogas, baseando-se nos seguinte pontos:
1) A AIDS é uma doença nova porque é também recente o grande consumo de drogas;
2) Acima de 95% dos pacientes norte-americanos de AIDS são usuários de drogas alucinógenas ou medicamentos anti-virais há longo prazo, porque drogas causam AIDS;
3) 9 de 10 casos de AIDS são homens porque eles consomem 90% das drogas;
4) A idade da distribuição das doenças e mortes a partir de drogas e AIDS são ambas de 25 a 54 anos porque drogas causam AIDS;
5) Bebês desenvolvem AIDS a partir do compartilhamento de drogas intravenosas com suas mães durante o período de gestação;
6) O Sarcoma de Kaposi como uma doença da AIDS é restrita a homossexuais masculinos porque eles usam inalantes de nitrito carcinogênicos como estimulantes sexuais quase exclusivamente (98%);
7) O término do uso de drogas tem prevenido e uniformemente curado casos de AIDS pediátricos, de homossexuais masculinos e usuários de drogas intravenosas.
Assim, de acordo com esta hipótese de Duesberg e Rasnick, a AIDS é prevenível pela abstenção do uso de: drogas alucinógenas, estimulantes sexuais de inalantes de nitrito e drogas anti-HIV/AIDS.Conheça todo o trabalho de Duesberg visitando diretamente sua página em http://www.duesberg.com/ .

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SOU MULHER, MÃE, ESPOSA E PROFISSIONAL DE ENSINO. SOU PEDAGOGA E MINISTRO AULAS DE APOIO PEDAGÓGICO PARA CRIANÇAS E JOVENS COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM OU BAIXO RENDIMENTO ESCOLAR E DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. TAMBÉM TRABALHO NO PROJETO ESCOLA ABERTA, QUE OFERECE CURSOS E OFICINAS GRATUITAS AOS ALUNOS DA ESCOLA E A COMUNIDADE EM REDOR. FORA O LADO PROFISSIONAL, GOSTO DE MÚSICA, DANÇAR, CANTAR, LER, ESTUDAR, ESCREVER, VER FILMES, NOVELAS, ETC SOU INTUITIVA, CRIATIVA E BONITA...

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